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- Sofia: Não sei o que fazer… Sofia: I don't know what to do…
- Nuno: Se fosse a ti, falaria primeiro com o Sérgio antes de tomar uma decisão. Nuno: If I were you, I would talk to Sérgio first before making a decision.
- Sofia: Noutra ocasião, nunca me passaria pela cabeça não o fazer. Sofia: On another occasion, it would never have crossed my mind not to do it.
- Mas isto é muito importante para mim… But this is very important to me…
- Nuno: Eu sei que é uma oportunidade única. Nuno: I know that it's a unique opportunity.
- Mas não gostarias de saber caso fosse ele a receber um convite para trabalhar noutro país? But wouldn't you like to know if it was him who received an invitation to work in another country?
- Sofia: Claro. Matava-o se ele não me dissesse nada! Sofia: Of course. I would kill him if he didn't tell me anything!
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apoiarto support O campeonatochampionship a carreiracareer CasoSupposing, if o conviteinvitation DomGift, talent enquantowhile, as long as, whereas EntãoSo, Then esquecerto forget IdaOuting, departure, trip independentementeregardless matarto kill mínimominimum primeirofirst a razãoreason SurgidoEmerged, appeared, come up únicaonly, single, unique
Expressions
Em conjuntotogether, jointly Tomar uma decisãoMake a decision Literal - Take a decision Nunca me passaria pela cabeçaIt would never have crossed my mind Há uns mesesA few months ago Se fosse a tiIf I were you Estar em jogoTo be at stake Premium Feature: Smart Review
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Natacha
Pedro







Comments
Percebi uma vez na conversa que a Sofia usou o passado imperfeito conjunto com o conjuntivo passado: “Matava-o se ele não me dissesse nada!”
Eu pensava que o conjuntivo passado neste caso exige o condicional: “Mataria-o se ele não me disse nada!” Tanto faz? É que um é mais formal do que o outro?
Olá, Jay. É habitual nós usarmos o imperfeito no lugar do condicional, mas mantendo a intenção do condicional. Ou seja, ela está a dizer o verbo no imperfeito, mas no sentido condicional ainda assim! É confuso, mas isto normalizou-se na linguagem informal, provavelmente porque as conjugações do condicional podem tornar-se muito complexas. Por exemplo, neste caso, se ela aplicasse o verdadeiro condicional, teria de dizer “Matá-lo-ia se ele não me dissesse nada!” (Mataria-o não se usa, porque o condicional pede que os pronomes clíticos fiquem no meio do verboi: Object Pronouns in Portuguese).
Por causa disto, o condicional verdadeiro costuma usar-se na linguagem mais formal e não é frequente na linguagem casual.